07 abril, 2009
Gracias la vida
04 janeiro, 2009
Feliz Ano Novo!
Um ano cheio de mudanças positivas, saúde, amigos/as, amor e algum dinheirito (que tb faz falta)... e emprego (que nos tempos actuais é dificil de garantir).
Um beijinho grande para todos/as
23 dezembro, 2008
Moninha...
15 outubro, 2008
!!??
14 outubro, 2008
...?????!!!!!!!
Mais uma vez adiado
O direito ao casamento por pessoas do mesmo sexo… uma questão de cidadania!
Amanhã, dia 10 de Outubro de 2008, a Assembleia da República é chamada a votar projectos, que finalmente permitirá a igualdade no acesso ao casamento.
Sendo um direito de cidadania, até hoje, exclui um número de significativo de portugueses e portuguesas, que vivem sob a discriminação com base na sua orientação sexual.
A Assembleia da República tem assim grande responsabilidade:
· manter a inconstitucionalidade do actual Código Civil, negando um direito consagrado na Constituição Portuguesa no artigo 36, nº1;
· ou permitir a acessibilidade ao casamento civil por parte do desejo de um casal, seja qual for a sua orientação sexual, contribuindo para que o cenário de discriminação diminua e para que a lei passe a ser mais inclusiva em vez de exclusiva.
Em conversa com algumas pessoas sobre a possibilidade deste encontro, argumentos como:
· é ridículo estar a debater este assunto, pois é como discutir o sexo dos anjos… é mais que claro que os e as homossexuais têm direito ao casamento…
· … não é um assunto prioritário, com a actual conjuntura de crise económica e financeira…
Pois, pensamos que este debate tem toda a razão de ser e de acontecer! Apesar de reconhecermos que é um direito que já deveria ser um facto, tal não é verdade, levando a fragilidades as pessoas que vivem, ou sobrevivem, nesta sociedade desigual que lhes nega o direito a ser feliz… que lhes nega um direito fundamental consagrado pela nossa Constituição!
Por essa razão, é prioridade! É o direito à cidadania plena, onde todas as dimensões da vida estejam presentes, que está em causa!
Tal como afirmou o Presidente do Governo Espanhol na Câmara dos Deputados, a 30 de Junho de 2005 (Dia da aprovação da Reforma do Código Civil Espanhol que permitiu o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo), o que está em causa, amanhã, é ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos e das nossas vizinhas, dos nossos e nossas colegas de trabalho, dos nossos amigos e amigas, das nossas famílias… e desse modo contribuir para a construção de um país decente, porque uma sociedade decente é a que não humilha os seus membros, nem lhes nega os seus direitos, que se exigem iguais aos da norma dominante, neste caso, a heterossexualidade.
A Constituição da República Portuguesa, no artigo 36, nº 1, consagra como direito fundamental que “todos têm direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade”, contudo no artigo 1577 do Código Civil português, o casamento é definido como “um contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida”, o que coloca em causa a constitucionalidade do próprio código civil, reforçada com o
artigo 13 da lei fundamental que consagra que ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da orientação sexual.
A actual definição de casamento presente no artigo 1577 do Código Civil priva claramente as pessoas do mesmo sexo do direito de contraírem casamento, se assim o desejarem… se fizer parte do seu projecto de felicidade e de vida.
Nos termos da lei actual, que se deseja alterada, as pessoas do mesmo sexo já vêm reconhecida a sua conjugalidade através das uniões de facto, contudo permanecem várias limitações que lhes nega o direito a serem reconhecidas como família legislativa e, consequentemente, socialmente:
· Não podem ser herdeiros ou herdeiras legitimárias dos/das seus/suas conjugues;
· Não podem definir um regime patrimonial como a comunhão de bens adquiridos ou a comunhão geral de bens;
· Não podem adoptar o nome do seu conjugue;
· A parentalidade é colocada em causa…;
· O conceito de família está em causa!
Apesar de se encarar o casamento como um encontro de vontades, paira ainda a concepção de família com base na reprodução, o que nega a realidade actual. A reprodução já não é considerada como o fim último deste instituto jurídico, ficando tal decisão de escolha livre dos conjugues, e perante o actual reconhecimento da pluralidade de formas de família, não faz qualquer sentido manter a limitação da celebração do casamento a pessoas do mesmo sexo.
O Código Civil, não impõe qualquer limite de idade para a celebração do casamento, nem coloca qualquer obstáculo ao casamento de qualquer pessoa infértil ou impotente, nem impõe a concepção. A actual realidade demonstra que a reprodução é uma realidade bem diversa do casamento, pelo que parece pouco razoável e legitimo insistir nesta linha argumentiva para impedir as pessoas do mesmo sexo do exercício de um direito fundamental.
Por se demonstrar inconstitucional, discriminatória, exclusora a actual lei, exigisse que a Assembleia da República reveja o Código Civil no interesse da igualdade de direitos para todos e todas!
Não é legitimo apresentar como argumento, como o actual governo afirma, que não está na agenda politica deste ano o debate sobre o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo… o que o governo está a negar é o direito à felicidade destas pessoas! Além de demonstrar estar a viver um momento de amnésia oportuno, pois nas últimas legislativas o PS introduziu o tema do casamento homossexual em plena campanha legislativa e retomando-o após o referendo pela despenalização do aborto…
Contudo, no presente, adia-o para a próxima legislatura, talvez com o propósito de manter as expectativas (falhadas) do movimento lgbt e de todos e todas aquelas que acreditam numa sociedade melhor, sustentada na igualdade… em relação a este governo, que deseja com certeza manter-se governo por mais uma legislatura.
Promessas de abertura a uma sociedade mais inclusiva mas que não dão certezas de transformação, pelo contrário… têm sido aplicadas medidas anti-sociais, com o agravamento da pobreza e da desigualdade… onde também o movimento lgbt se sente defraudado.
O Governo ao adiar o debate e a revisão do Código Civil que permitirá o acesso ao casamento civil por parte de um casal do mesmo sexo, está a exigir à população lgbt portuguesa que adiem as suas vidas, as suas decisões, para o momento que considera oportuno decidir sobre as mesmas…
O que lhes está a exigir é que continuem a “aceitar” a desigualdade e a discriminação, porque a igualdade de direitos das e dos homossexuais não é prioridade na sua agenda politica…
O que nos está a exigir é vivermos numa sociedade onde a própria lei faz a manutenção da homofobia!
O que nos está a exigir é que aceitemos uma sociedade assente na desigualdade!
Lutar contra a discriminação é e será sempre uma prioridade!
E quanto ao facto de se considerar um debate fracturante da sociedade, como também o já foi afirmado relativamente ao referendo sobre o direito à interrupção voluntária da gravidez por decisão da mulher (uma causa já ganha), o que se pode reafirmar é que fracturante é a decisão de manter vidas presas pela recusa de um direito fundamental como o direito a decidir sobre as suas vidas, que permite que numa sociedade haja cidadãos e cidadãs de primeira e de segunda…., com deveres iguais e direitos diferentes!!
É fundamental olhar para as reivindicações que se fazem ouvir a partir do movimento lgbt, como uma questão de direitos humanos, acolhendo como nossas as discriminações de que são alvo, tomando a homofobia um problema de todos e todas, independentemente da orientação sexual.25 maio, 2008
... o fim de semana tão esperado!
Maio... fim de Maio, e este tempo de chuva não nos deixa e só atrapalha!
Serra d'Àrrabida... alojamento de turismo rural, privacidade, simpatia... um espaço agradável, silêncio, uma vista maravilhosa, uns óptimos pequenos almoços, verde em redor... piscina... a pequena Teca como companhia, mais a sua companheira e companheiro canídeos... e chuva a estragar tudo!
Valeu a comida... muito boa! Peixinho fresco e marisco, acompanhado por bom vinho (Monte das Servas)... Aquela cataplana de cherne ainda provoca verdadeiras sensações gustativas!... Mas a chuva... ai a chuva!!!!!!!
Lá se conseguiu um sábado sem ela, ou quase, que permitiu que o passeio desejado se concretizasse.... Portinho da Àrrabida, Sesimbra...
Relativamente à Serra da Àrrabida, como é possível aquela cimenteira em pleno parque natural? Que raio de governantes temos nós que sobrepôem interesses económicos ao de uma reserva natural???? É este o nosso país!... e a construção de verdadeiras aberrações em pleno parque... de quem serão aquelas "casinhas"?????
Em relação ao Portinho.... a decepção também foi alguma.... num local que deveria ser protegido... lá estão as casas quase mar dentro.... e entranhadas na serra... e um pequeno parque de estacionamento pago.... à Stª Casa da Mesiricórdia de Azeitão!... os paraísos não escapam à fúria do ser humano!
Sesimbra.... igualmente vitima das construções de betão.... mais uma vez, valeu o prazer da degustação de um belo almoço a saber a mar!!!
... Um fim de semana de ricos... coisa que não somos....!!! Um fim de semana que tem o seu peso pesado no orçamento mensal.... Fica o prazer... mas o bolso decididamente mais vazio.... com um buraco!!!!!
Não dá para fingir.... já não somos os mesmos que há 3/4 anos atrás.... actualmente, um fim de semana destes deixa marcas no orçamento e temos consciência que foi uma loucura... mas também, quem seríamos nós sem estas loucuras?????!!!!!
09 fevereiro, 2008
Uma noite ao luar....
Rica vida!!!!
É isto que me faz sorrir e continuar apesar da realidade em que vivemos!
O dinheiro é pouco.... as dificuldades são algumas, politicamente vivemos uma época desastrosa.... económicamente ainda pior... profissionalmente as rosas são espinhosas.... mas estes momentos, que apesar de serem alguns, são sempre únicos é que fazem com que nos sintamos vivos!!!!
agora vou à tarte......
e continuar com o meu copo de vinho!
16 janeiro, 2008
A ausência....
Situação que tem que ser alterada....
Aqui fica a promessa de aparecer mais vezes... pois o espirito anda-me a provocar a escrita, mas nem sempre passa para o teclado!
... vamos ver se isto muda!!
Espero que todos e todas tenham entrado com o pé esquerdo neste novo ano... o que me parece um pouco dificil com o estado em que se encontra o nosso belo país!
Onde iremos parar neste país socrateriano?????
Ai, ai....
24 setembro, 2007
... Ainda estou viva!!!!
... com uma crise na coluna... com uns quilitos a mais (demais para meu gosto).... mas vivinha da silva!!!
... e claro que ainda mais furiosa com o estado de saúde deste belo país banhado pelo Atlântico e invadido diariamente pelos/as nossos/as vizinhos/as.....
.... eu volto!!!
10 maio, 2007
Adormecida, mas não morta!
Continuo por aqui... apesar de não aparecer ultimamente!
... a ver se o entusiasmo regressa para a escrita!
26 março, 2007
Mais um passo para a democracia, com consciência que muito há que fazer...
Há 150 anos, no dia 8 de Março de 1857, teve lugar aquela que terá sido uma das primeiras acções organizada por mulheres operárias.
Centenas de mulheres operárias em fábricas de vestuário e têxteis de Nova Iorque, iniciaram uma marcha de protesto contra as condições de trabalho com que se deparavam. Reivindicavam melhores condições de trabalho: redução da carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam dezasseis horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. Esta acção grevista teve um desfecho trágico – a morte de cento e trinta mulheres operárias, que foram encurraladas dentro de uma fábrica onde deflagrou um incêndio, que pouco terá tido de acidental.
Somente em 1910, numa conferência mundial decorrida na Dinamarca, a revolucionária Clara Zetkin propõe o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher, sendo desde 1975 assumida pelas Nações Unidas.
O dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, homenageia todas as mulheres trabalhadoras e simboliza a luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres.
Uma luta que continua a fazer parte do presente, apesar dos avanços que se foram conquistando para a construção de uma cidadania, também ela escrita no feminino.
Muitos discursos têm vindo a reforçar a ideia que as mulheres “ocuparam o seu lugar na sociedade”, através da sua afirmação como pessoas autónomas e participativas no mundo do trabalho e da política... Contudo, embora as mulheres tenham conseguido, através de grande luta, a ampliação dos seus direitos... essa ideia não revela a verdade!
As mulheres continuam a constituir a maioria da população no limiar da sobrevivência.
Na África e Ásia, as mulheres representam três quartos da população analfabeta. Em média, o salário das mulheres é quase quarenta por cento mais baixo do que aquele que é pago aos homens, por idêntico trabalho. A violência contra as mulheres continua a ser um grave problema que vai contra os direitos humanos. Violência que emerge no seio da família, por aqueles que lhe estão mais próximos, quer fisicamente, quer afectivamente. Violência que se traduz pelo tráfico sexual das mulheres, pela mutilação genital feminina (que segundo estimativas da Amnistia Internacional, acusa para um número de dois milhões de mulheres que são submetidas anualmente a esta violação dos seus direitos), pela prostituição, pelo assédio e violação sexual, pelo infanticídio ou aborto selectivo ( nos paises mais empobrecidos o nascer do sexo feminino pode ser o sinónimo de maus tratos ou de morte)... pela feminização da pobreza, pela feminização do desemprego (que no distrito de Aveiro é bastante significativo), pela dupla jornada (em que uma delas se sustenta em trabalho não pago)...
É este o “espaço ocupado pelas mulheres”, que não desejamos!
O slogan “Pão e Rosas”, gritado por 14 mil mulheres em 1908, em Nova Iorque, continua actual na reivindicação de maior estabilidade económica e melhor qualidade de vida para as mulheres portuguesas.
O dia 11 de Fevereiro, com a vitória do SIM no referendo à despenalização do aborto, significa uma grande vitória pela qual lutamos ao longo dos anos, na luta das mulheres portuguesas pelos seus direitos.
A vitória do Sim permitiu que «as portas que Abril abriu» se abrissem também para as mulheres. Durante 32 anos as portas da democracia mantiveram-se entreabertas para as mulheres. Escancará-las é tarefa de todos aqueles e de todas aquelas que continuam a querer construir Abril.
Uma das consequências directas da vitória do Sim no referendo é o entendimento da maternidade como um direito, como uma escolha, e não como uma fatalidade ou castigo. Concretizar esta ideia passa não só pela aplicação da lei do aborto mas também pela regulamentação da lei da procriação medicamente assistida. Passa pela educação para uma sexualidade sem mitos nem vendas, onde o prazer e a responsabilidade se tornam sinónimos. Mas para que a sexualidade e a maternidade sejam realmente percebidas e vividas como direitos é necessário que os serviços públicos, sejam os educativos, sejam os de saúde, os assumam como tarefas e valores da «democracia de alta intensidade».
Fará sentido comemorar o 8 de Março em Portugal agora que uma das mais importantes e simbólicas batalhas pela cidadania das mulheres foi vencedora? A minha resposta é um sim inequívoco.
Como dizia Zeca Afonso, esse aveirense tão esquecido nesta cidade, «mulher na democracia não é biombo de sala». Mas onde estão e como estão as mulheres do nosso país? Como as trata a democracia? Estarão efectivamente incluídas na cidadania ou são, como diz a canção, «biombo de sala»?
Num país em que as mulheres na Assembleia da República são uma imensa minoria, num distrito em que mais de 60% do desemprego é feminino, numa sociedade em que a violência doméstica está mais generalizada do que aquilo que os números envergonhados mostram, num quotidiano em que as mulheres trabalham fora e dentro de casa, cuidam das crianças e dos mais velhos, sem que este trabalho seja pago ou sequer reconhecido pelo seu valor económico e social, num mercado que desvaloriza e inferioriza as profissões marcadamente femininas, numa publicidade que objectualiza e esteriotipa as mulheres, numa linguagem sexista que derroga e invisibiliza o feminino, numa história que oblitera metade da humanidade, numa ciência que recusa os saberes tradicionais, numa globalização que serve e se serve do patriarcado para melhor explorar, nada fazer, nem sequer o esforço crítico de compreender o mundo que nos rodeia e agir para o transformar, é não só aceitar que esta realidade não contradiz a democracia como é também recusar a cidadania para as mulheres.
Zeca Afonso dizia na mesma canção que «não há bandeira sem luta, nem não há luta sem batalha». Com ele digo eu também: escancarar as portas de Abril, colorir Maio com todas as cores da paleta, são as tarefas da democracia. Ontem como hoje, em Março como noutro mês qualquer. Todas e todos pela luta toda.
artigo publicado no Diário de Aveiro a 9 de Março
22 fevereiro, 2007
"Twee vaders"... ou seja "two fathers".... ou seja "Dois Pais"...
A espreitadela foi ao O Ano da Orquídea e o encantamento surgiu no post "Twee Vaders"!
Realmente... para quando será imaginável uma situação destas em Portugal?? ... Quanto mais tempo temos que resistir e lutar??
Depois de um ano...
12 fevereiro, 2007
07 fevereiro, 2007
SIM!!
17 janeiro, 2007
Basta de hipocrisias!
26 dezembro, 2006
Entre o bacalhau e as rabanadas...
Mais uma vez, me transvesti de Natalina, para alegria da pequena Matilde!!
... o senão, além da bolsa mais magra, é o dedo acusador da balança que aponta para uns quilitos a mais... nada que não se resolva!
O ano está a terminar... mais um!
Esperemos que o próximo nos traga a possibilidade de continuarmos a acreditar que a nossa sociedade se pode tornar mais justa e igualitária... comecemos pelo dia 11 de Fevereiro!! Acabar com uma das maiores injustiças de cidadania imposta às mulheres!
Pela Dignidade e pelo direito à vida e à saúde... eu voto SIM!!!
14 novembro, 2006
Diário de viagem (para quando o fim!?)

... a temperatura ambiente está agradável!!
... tanto tempo há espera para termos praia... e esta inspira-nos alguma desilusão...
... principalmente pela ausência de limpeza!
Mas para primeiro impacto... a estranheza do ambiente envolve-nos!
Depois de uma tarde de praia... vamos até ao camping!... As casas de banho não são más de todo!
Depois de fresquinhas/os e perfurmados/as... principalmente o nosso menino.... o Marquito... ai vamos nós até ao centro, prontos a ter um belo jantar.
Jantamos perto da praça principal... junto ao porto. Cada barraquinha tem exposto peixe fresco e marisco... que grelham... Promete!!
o nosso jantar é um mix de grelhados, por 500 dhms, com tudo incluído:
- 12 sardinhas
- 6 linguados
- calamares
- pota
- 2 douradas
- 1 sargo
- 1 corvina
- 3 lagostas
- 1 santola
- 3 saladas
- 6 pratos com camarão cozido
- pão
- àgua
- coca-cola
Muito bem servido!
Ainda pedi cerveja, mas já com a certeza de que a resposta seria negativa... nada de cerveja!! Onde já se viu... este jantar sem ser acompanhado por um bom vinho, ou em último caso, uma cervejinha!!!
Ainda fomos até à praça tomar café... mas as lojas estavam praticamente todas fechadas... regressámos ao lar doce lar... para mais uma noite divertida de suecada... e aperitivos!!
Mas pelo caminho tivemos uma supresa...
... que ainda nos pregou um valente susto!
Ele ou ela... andava solta e com um amigo/a.. a saborear a folhagem dos arbustos!

17 outubro, 2006
Quem quer casar com a Carochinha?!!
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Neste momento, é mesmo caso para dizer... Quem quer casar comigo???Apanhei a noticia a meio... mas deu para entender o seguinte: relativamente ao IRS de 2007 vai haver alterações, que segundo o nosso querido ministro (arg!!!!) pretende beneficiar a maioria da população... as familias (o que denota desde logo que o seu conceito de familia é deveras limitado e discriminador): sejam os/as casados/as, sejam aqueles e aquelas em união de facto.
Ora, partindo deste principio.... eu não faço parte dos/as beneficiados/as... mas sim daqueles e daquelas que vão ser mais uma vez discriminados/as: os/as solteiros/as!!... Que com o novo orçamento vão ver o seu imposto de irs aumentar....
Claro que com este novo orçamento de estado, que pretende ganhar dinheiro com as despesas correntes, aumentando a sua receita fiscal... favorável "às familias", muita gente ficará discriminada: será que o nosso querido governo (arg!!!) estará a incluir os casais homo?... mesmo aqueles que vivem em união de facto, abrangida na constituição?
... estará a pensar nas mães e pais solteiros, que têm a seu encargo crianças??
...estará a pensar naqueles e naquelas, que solteiros/as, têm a seu encargo terceiros??
... estará a pensar, que assumir encargos de habitação, e tudo o que isso implica... (àgua, luz, gás, alimentação.... blá, blá....) sózinho/a, é um projecto actualmente fácil de realizar??
Afinal, o que quer este governo???
... continuar a manter os/as jovens em casa dos/as progenitores/as???
... limitar a cidadania daqueles/as que optam por não casar, por não assumir uma união de facto... mas que têm um projecto de vida tão válido como qualquer outro???
Este governo supreende todos os dias pela negativa, oprimindo a maioria dos/as cidadãos/âs deste país....
... a pergunta paira.... onde vamos parar??? E será que aguentamos este rumo???
Socorroooooooooooooo... libertem-nos deste sugador!!!
... ah!!! outra supresa: as poupanças de reforma, que tantos e tantas, se sentem obrigados/as a ter, visto que o futuro não oferece minimamente segurança.... também passa a não ser dedutível no irs....
Sr. Ministro..... já agora, não quer criar mais nenhum imposto sobre a nossa existência??... que tal.... por tantos anos de vida... paga-se x...... assim, não temos que andar a penar e a tentar sobreviver... pois muitos e muitas, tomarão a opção de abreviar o tempo que passam por estas bandas!!!
.... isto não é o tempo das vacas magras.... é o tempo das vacas escanzeladas!!!... mas só para uns e umas (uma grande percentagem da população)!!!!
E voltando à pergunta inicial..... Quem quer casar com a Carochinha, para assim pertencer ao grupo dos/as beneficiadas/os... além de ser jeitosinha???!!!
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Mas quem somos nós para impôr a nossa forma de viver aos /às outros e outras???!!!! Porque é que nos sentimos superiores/as e julgamos aque...
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... mas as palavras têm grande poder








